Inteligência Hídrica para Saneamento

Entender como a rede se comporta
para decidir onde agir.

Pressão, vazão, consumo e histórico transformados em inteligência para apoiar concessionárias, companhias de saneamento, autarquias e serviços municipais na gestão da distribuição de água.

PressãoVazãoTelemetriaInteligência
Inteligência hídrica aplicada ao saneamento e à gestão de redes de abastecimento
O desafio

A água que entra na rede nem sempre chega ao destino.

Uma rede de abastecimento está em movimento o tempo todo. Variações de consumo, pressão excessiva ou insuficiente, rompimentos, vazamentos subterrâneos, manobras operacionais e alterações nos reservatórios modificam continuamente seu comportamento. Parte dessas mudanças pode acontecer sem ser percebida imediatamente pela operação.

Perda de água visível em rede urbana de distribuição
Enxergar a rede

Enxergar a rede muda a forma de gerenciá-la.

Não se trata apenas de instalar sensores. Vazão, pressão, histórico e setorização criam uma visão contínua do comportamento hidráulico e ajudam a direcionar a investigação para os pontos que realmente precisam de atenção.

Vazão + Pressão + Histórico + Setorização → Direcionamento
Do campo à plataforma

Do ponto de medição à inteligência operacional.

Medição → Telemetria → Plataforma → Análise → Ação. A Água Conectada pode integrar diferentes instrumentos e tecnologias de medição, criando uma camada de dados sobre a infraestrutura existente e permitindo implantações progressivas.

Do ponto de medição à inteligência operacional com hidrômetro, sensor de pressão e telemetria
Comportamento da rede

A rede mudou. Os dados mostram.

O acompanhamento histórico permite reconhecer mudanças no padrão hidráulico. Uma queda ou elevação inesperada de pressão, uma vazão incompatível com o comportamento habitual ou uma alteração persistente pode indicar a necessidade de investigação.

O dado não substitui a equipe de campo. Ele ajuda a equipe a saber onde olhar primeiro.
Pressão

Pressão também conta a história da rede.

Pressão insuficiente pode comprometer o abastecimento. Pressões elevadas podem aumentar o estresse sobre tubulações, conexões e componentes. Ao acompanhar onde, quando, quanto, por quanto tempo e com que frequência, a medição se transforma em inteligência histórica.

Modelagem hidráulica

Da telemetria ao modelo hidráulico.

Dados reais de pressão e vazão podem apoiar análises avançadas e a modelagem hidráulica da rede, inclusive com EPANET. Telemetria mostra o que está acontecendo; histórico mostra como a rede vem se comportando; o modelo ajuda a compreender como deveria se comportar em diferentes condições.

Telemetria Água Conectada integrada à análise e à modelagem hidráulica da rede
Implantação progressiva

Nem toda cidade precisa começar grande.

Muitos municípios e pequenos operadores precisam reduzir perdas e conhecer melhor a rede sem iniciar com centenas de pontos monitorados. A implantação pode começar por reservatórios, saídas de distribuição, setores prioritários e pontos críticos de pressão, crescendo conforme os dados indicarem.

Comece pelos pontos estratégicos.
Expanda onde os dados mostrarem que é necessário.
Implantação progressiva com macromedição na entrada do setor e pontos estratégicos de pressão
Captação subterrânea

Medição de nível dinâmico em poços.

Em muitos municípios e sistemas de abastecimento, os poços artesianos são parte importante da produção de água. Conhecer somente o volume captado não é suficiente: é importante entender como o poço responde ao bombeamento.

Vazão mostra quanto estamos retirando. Nível mostra como o poço está respondendo.

O acompanhamento do nível estático, do rebaixamento durante o bombeamento, do nível dinâmico e da recuperação após a parada da bomba cria histórico para apoiar uma operação mais segura e sustentável.

Medição de nível dinâmico em poços com sonda, vazão e telemetria

A sobre-explotação ocorre quando a retirada de água subterrânea excede, de forma persistente, a capacidade natural de recarga do aquífero. Monitorar nível, vazão e tempo de bombeamento ajuda a reconhecer sinais de pressão sobre a fonte e apoiar decisões de operação.

Nível + Vazão + Tempo de bombeamento + Histórico → Gestão da captação
Diferentes escalas

Uma mesma inteligência. Escalas diferentes.

O princípio é o mesmo: começar pelos dados que mais ajudam a compreender a operação e evoluir conforme a necessidade do sistema.

01

Municípios e pequenos operadores

Macromedição, reservatórios, pressão, poços e pontos críticos para começar a enxergar a rede com implantação progressiva.

02

Operações regionais

Setorização, histórico, alertas e comparação entre regiões para priorizar investigação e intervenção.

03

Concessionárias e grandes operadores

Arquiteturas distribuídas, DMA/DMC, integração por APIs, analytics e modelagem hidráulica para ampliar a inteligência operacional.

Começar com inteligência

Onde podemos começar.

ReservatóriosMacromediçãoSetores da redePressãoPontos críticosPoços artesianosGrandes consumidores

Não é necessário instrumentar toda a cidade de uma vez. Um macromedidor na entrada do setor e pontos estratégicos de pressão já podem começar a revelar como aquela região se comporta.

Visão integrada

Uma visão integrada da água no território.

Da captação à distribuição, diferentes fontes de dados podem ser conectadas em uma mesma visão operacional. Vazão, pressão, níveis, telemetria e histórico ajudam a compreender o comportamento do sistema e direcionar decisões.

Visão integrada do saneamento conectando rede, telemetria, modelagem, macromedição e poços
Ciclo de Inteligência Hídrica

Do dado à melhoria contínua.

MedirConectarAnalisarDirecionarAcompanhar

Monitorar é apenas o começo. Inteligência é o verdadeiro diferencial.

Resultado operacional

Uma rede mais inteligente começa pela visibilidade.

Não é necessário transformar toda a infraestrutura de uma vez. É possível começar pelos pontos que mais precisam ser compreendidos, construir histórico e ampliar o monitoramento à medida que os dados mostram onde agir.

Menos perdas

Mais informação para reconhecer comportamentos anormais e direcionar investigação.

Pressão sob controle

Histórico para compreender regiões críticas e variações da rede.

Resposta mais rápida

Equipes com melhor direcionamento para priorizar recursos e ações.

Abastecimento mais seguro

Conhecimento contínuo para apoiar planejamento e decisões operacionais.

Próximo passo

Vamos entender a sua rede?

Cada sistema possui uma realidade hidráulica diferente. Podemos começar identificando os pontos onde vazão, pressão, nível e histórico podem gerar mais informação para a operação.

Quero conversar sobre meu sistema